Balaika doce
Seu gosto sinto
Sua saliva maná
Língua dialeto
Na boca minha
Pimenta e chocolate
Mel e limão, e sim!
Nosso toque basta
Alucina, vicia e cura
A distância não tem graça
A estrada é seta
Indicando a volta certa
Francinne Amarante
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Não
Não me torture com o seu silêncio
Não me segure assim! Ai de ti!
Não me condene com seu olhar
Não me despreze assim! Ai de nós!
Não me aprisione só em par
Não seja tão cruel assim! Ai de mim!
Francinne Amarante
Não me segure assim! Ai de ti!
Não me condene com seu olhar
Não me despreze assim! Ai de nós!
Não me aprisione só em par
Não seja tão cruel assim! Ai de mim!
Francinne Amarante
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Beija Flor

É complicado...
Quando a festa acaba
O som para; o susto!
Do silêncio, lágrimas.
O soluço atrapalha
A lembrança do sorriso é certa
O beija-flor precisou voar
Francinne Amarante
(para Luciano Abritta, nosso amigo/primo querido que faleceu nessa madrugada)
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