quarta-feira, 2 de maio de 2007

Confessionário

Que bizarro é o ser que amo
Quando falo, não me escuta
Quando comento, pede silêncio
Quando calo, quer diálogo
Decorativo ornamento
E agora? Caralho...
Lamentável
Desaprendi a ser amado.

Francinne Amarante
Balaio Cultural
“Irritante e irritada como um vulcão
cuspo fogo,
pois sou dragão!”

Francinne Amarante

Lua

A Lua branca,
na cheia,
dorme tarde,
nua e desejosa.

Francinne Amarante
DF